Boa noite amigos. Muito prazer estar aqui entre vocês novamente, em nosso bate papo de hoje abordaremos o tema os chacras procurando trazer em pauta os diversos aspectos que os centros energéticos de força exercem em nossas vidas. Falaremos sobre a sua constituição, funções, importância, patologias inerentes a seu desequilíbrio e o tratamento destes eventuais desequilíbrios. Quero desde já reforçar que qualquer pergunta pode ser feita a qualquer momento da palestra, assim como qualquer contribuição que some em nosso trabalho também deve ser colocada sem constrangimento visto que todos ainda somos aprendizes da luz.

Claro que os dedos não substituem a palestra ao vivo e a cores pois a velocidade que o amigo de vocês digita é muito lenta, por isso tomei a liberdade de escrever a palestra uns dias antes. As 500 primeiras perguntas serão respondidas mais rapidamente, as 670 seguintes eu demorarei um pouco mais para responder, mas serão respondidas assim que possível.

Da consciência cósmica em sua tarefa de arquiteto do universo é gerado o princípio espiritual, também conhecido como mônada, ou ainda o espírito , que em sua fase embrionária mergulha na matéria para que possa adquirir as experiências necessárias para se aperfeiçoar e retornar ao criador. Esse princípio espiritual , ainda rudimentar,vai galgando as diferentes etapas da evolução de forma a incorporar todos os elementos necessários para que manifeste através dos milênios a sua natureza divina.

Através das diferentes dimensões a consciência se insere na matéria necessitando de toda uma estrutura de fixação para que, mesmo aprisionado no mundo físico,possa guardar os registros aprendidos que farão parte do arcabouço evolutivo deste espírito. E, assim o universo é banhado pelo fluido cósmico universal, uma energia primária que se manifesta em inúmeras modalidades diferentes de energia.

Todas as manifestações energéticas passam a ser subprodutos desse fluido cósmico universal primário onipresente, que a tudo interpenetra. E da variabilidade, da diferenciação deste fluido cósmico universal a energia converte-se em outras formas completamente distintas. Esta energia apresenta-se em estados de agregação molecular completamente variados, além de extravasar as diferentes dimensões sejam elas no mundo tridimensional (mundo em que vivemos) regido pelo eixo cartesiano ou tetradimensional (astral), além de outros. Para se manifestar nestas diferentes dimensões o espírito (consciência) necessita de toda uma estrutura energética composta por corpos que são os veículos de manifestação dessa consciência. Estes corpos permitem que o espírito exerça a sua consciência, que atue nestes locais.

Quero desde ja explicar que utilizo como fonte de estudo diversas religiões e ciencias. Por isso eu colocarei muitas vezes entre parenteses termos que tem o mesmo significado. E isso será feito muitas vezes a fim de acostumar todos com as palavras sinonimas. Repetindo então, para se manifestar nestas diferentes dimensões o espírito (consciência) necessita de toda uma estrutura energética composta por corpos que são os veículos de manifestação dessa consciência. Estes corpos permitem que o espírito exerça a sua consciência, que atue nestes locais. As escolas espiritualistas classificam estes corpos com nomes e números diferentes. Todas estas classificações são meramente didáticas visto que trata do mesmo fenômeno.

Vamos utilizar para fins de estudo a classificação tríade onde temos o espírito (Eu, Consciência) completamente imaterial, logo em seguida servindo de elo de fixação ao corpo físico o Perispírito (Corpo Astral, Psicossoma), e por fim o corpo físico que é o veículo de manifestação da consciência mais denso.

O Persipírito ou Psicossoma na verdade é um corpo semimaterial que vai se sutilizando, se refinando, elevando a sua freqüência até os patamares mais elevados da evolução. Por isso que diversas escolas espiritualistas o desmembram em 5 corpos conforme o grau de elevação que se manifeste até ele se perder na imaterialidade que é o próprio espírito. Ou seja... Dos 7 corpos tirando fora o fisico e o espirito puro temos 5 restantes e a estes 5 corpos chamaremos de psicossoma ou perispirito ou corpo astral. Para que haja uma perfeita ligação entre estes corpos existe um aparato energético intenso que flui do espírito ao corpo físico e vice-versa. Esse intercâmbio energético se faz necessário para a própria manutenção destes corpos nas dimensões em que atuam e para que estejam perfeitamente acoplados entre si. Utilizam-se para tanto de centros de força que captam a energia e transformam-na com a modulação adequada para ser utilizada pela estrutura correspondente, tanto física quanto astral. Estes centros de força modulam as energias que serão redistribuídas por uma série de condutos energéticos que são os meridianos. Assim, a energia é conduzida a todas as estruturas do espírito.

O Perispírito ou Psicossoma irradia em torno de si um campo de natureza biomagnética devido a elevada densidade das partículas que o compõe o circuito corpo físico-Psicossoma, e da natureza ondulatória do campo eletromagnético que nos circunda . Chamamos esse campo de aura ou Psicosfera. Este campo energético, no entanto, não é homogêneo, pois a energia circulante é concentrada e processada em determinados pontos que são os centros de força, também chamados de chacras, centros vitais,vórtices energéticos.

Os centros de força ou chacras são estruturas energéticas que tem a função de manter transferências energéticas de um a outro veículo ou corpo do homem e deste com as energias externas. É muito importante termos esse conceito bem vivo dentro de nossa mente. Os chacras não são simplesmente rodinhas que concentram energias. Neles se concentram forças de natureza espiritual, formando verdadeiras usinas biológicas, que influenciam o funcionamento não só do perispírito, mas também do corpo físico.

Os chacras são conhecidos como centros de força, vórtices energéticos, centros vitais. São vistos facilmente pelos clarividentes no duplo eterico (porção terminal do Psicossoma que entra em contato com o corpo físico).

Os chacras são conhecidos como centros de força, vórtices energéticos, centros vitais. São vistos facilmente pelos clarividentes no duplo eterico (porção terminal do Psicossoma que entra em contato com o corpo físico). Quando visualizados de frente possuem uma forma circular que lembram rodas. Seu giro espiralado, de forma circular produz certas radiações.

Os antigos videntes, que notaram estas curiosas formações luminosas no corpo sutil do homem, as chamaram de chakras, termo oriundo do sânscrito que significa simplesmente “roda”, devido à sua aparência de uma roda com raios de luzes. Vistos lateralmente , vê-se que o chacra constitui-se em uma depressão no duplo etérico. A boca esta na parte mais externa , e o ápice do cone fica praticamente ao nível da pele. Daí continua o talo do chacra , que é uma prolongação etérica a qual termina em algum ponto do organismo.

Imaginemos um funil destes que temos em casa, porém um funil mais achatado. Visto de frente este funil é redondo, com movimentos circulares. Esta região frontal composta de diversos raios chamamos de boca do chacra. Visto lateralmente temos o funil usado como exemplo que chamaremos de corpo do chacra, e as nervuras que são o afunilamento chamamos de talo. A energia penetra na boca do chacra, que contém raios que giram transformando a energia recebida até o núcleo que é a porção terminal dos raios Fica na parte interna, que chamaremos região intervorticiana. Intervorticiana porque é a parte interna do vórtice (chacra)

A função da boca do chacra é captar a energia que será transmutada (transformada, modulada de acordo com a freqüência necessária a estrutura posterior) pelos raios que estão na parte interna do centro de força. Esta energia é remodulada e conduzida através do talo até o meridiano de energia
correspondente. Cada nível de energia opera com seus respectivos centros ou circuitos, e tratando-se dos chacras localizados no duplo eterico, as transferências energéticas serão correspondentes a esta modalidade.

Os centros de força refletem diretamente a condição do nosso pensamento e de nossas emoções. Podem se perturbar, em decorrências dos diversos hábitos de nossa vida mental e emocional, sofrendo desgastes e transmitindo suas perturbações para o corpo físico, originando uma série de desequilíbrios e enfermidades, identificáveis ou não pela medicina terrena.

São ainda sede de ação de entidades, pois através deles se pode influenciar benéfica ou maleficamente, todo o funcionamento do nosso organismo e até mesmo do nosso estado emocional.

Jorge Andréa, no livro Forças Sexuais da Alma, disse que ''vários estudos têm mostrado a existência, no perispírito, de discos energéticos (Chakras), como verdadeiros controladores das correntes de energias centrifugas (do espírito para a matéria) ou centrípetas (da matéria para o espírito) que aí se instalam como manifestações da própria vida. Este autor é um médico espírita. Esses discos energéticos comandariam, com as suas “superfunções”, as diversas zonas nervosas e, de modo particular, o sistema neuro vegetativo, convidando, através dos genes e código genético, ao trabalho ajustado e bem organizado da arquitetura neuroendócrina.

Arquitetura neuroendócrina relaciona-se ao hipotálamo e hipofise que coordenam as demais glandulas de secreção interna , nas quais os centros de força têm correspondencia. Essas rodas (Chakras em sânscrito) giram ao dar passagem à matéria fluídica, de dentro para fora ou de fora para dentro. Ou seja, ciclam, modulam a energia nos 2 sentidos, de dentro para fora e de fora para dentro. Quando já totalmente desenvolvidos, assemelham-se a círculos de uns cinco centímetros de diâmetro, que brilham mortiçamente no homem comum, mas que, ao se excitarem vividamente, aumentam de tamanho e são vistos como refulgentes e coruscantes torvelinhos à maneira de diminutos sóis. São ao mesmo tempo transmissores e transformadores de energia de corpo para o corpo, uma vez que seu mecanismo sincroniza as energias emocionais, mentais e etéricas.

São ao mesmo tempo transmissores e transformadores de energia de corpo para o corpo, uma vez que seu mecanismo sincroniza as energias emocionais, mentais e etéricas. Eles aumentam ou reduzem a energia, ou moderam ou aceleram sua atividade, de um corpo para outro, de modo que a energia mais rápida do corpo emocional possa afetar a energia mais lenta do etérico, e vice-versa.

As cores, que variam de chacra para chacra, também reluzem de um modo que contribui para sua aparência de flor. Numa pessoa saudável, as formas dos chacras se encontram num belo equilíbrio simétrico e orgânico, em que todas as partes fluem em uníssono, num padrão rítmico.

Seu movimento tem na verdade um caráter harmônico e musical, com ritmos que variam de acordo com as diferenças individuais de constituição e temperamento. Portanto, os chacras atuam em todos os seres humanos. Nas pessoas pouco evoluídas seu movimento é lento, o estritamente necessário para formar o vórtice adequado ao influxo de energia. No homem bastante evoluído, refulgem e palpitam com vívida luz, de maneira que por eles passa uma quantidade muitíssimo maior de energia, e o indivíduo obtém como resultado o acréscimo de suas potências e faculdades.

Os chacras variam de tamanho e brilho, que indicam talentos e habilidades especiais. O centro laríngeo e frontal de um cantor talentoso, por exemplo, é bem maior do que o normal, além de mais brilhante e mais luminoso, girando ainda com maior rapidez. Imaginem os chacras das pontas de meus dedos depois de digitar horas a fio aqui? Vão ser do tamanho do estadio Maracanã.

Cada um dos centros possui ligações especiais com determinados órgãos do corpo, bem como com certos estados de consciência. As glândulas endócrinas – projeções físicas de cada um dos sete chacras – são sustentadas pelos padrões de energia oriundos de cada um deles a que estão relacionadas.

A relação entre os centros vitais no perispírito - segundo Leadbeater, que é um grande estudioso esoterista que tem livros sobre sobre os chacras e os corpos ele nos diz: “Esses centros se conjugam nas ramificações dos plexos que, vibrando em sintonia uns com os outros, ao influxo do poder diretriz da mente, estabelecem, para nosso uso, um veículo de células elétricas que podemos definir como um campo eletromagnético no qual o pensamento vibra em circuito fechado. Pode-se imaginar uma luz branca penetrando num prisma e sendo decomposta nas sete cores do arco-íris. Todas as sete cores são inerentes à luz branca".

Os chacras também revelam a ênfase fundamental do indivíduo – o foco do "Eu". Se uma pessoa se identifica basicamente com os sentimentos, os centros do coração e o do plexo solar serão mais ativos e proeminentes do que os outros. Um frontal muito brilhante indica um grau de integração pessoal; um coronário luminoso indica o desenvolvimento da consciência espiritual.

Observando o corpo espiritual ou psicossoma, desse modo, em nossa rápida síntese, como veículo eletromagnético, qual o próprio corpo físico vulgar, reconhecermos facilmente que, como acontece na exteriorização da sensibilidade dos encarnados, operada pelos magnetizadores comuns, os centros vitais a que nos referimos são também exteriorizáveis.

Quando a criatura se encontre no campo da encarnação, fenômeno esse a que atendem habitualmente os médicos e enfermeiros desencarnados, durante o sono vulgar, no auxílio a doentes físicos de todas as latitudes da Terra, plasmando renovações e transformações no comportamento celular, mediante intervenções no corpo espiritual, segundo a lei de merecimento, recursos esses que se popularizarão na medicina . Exteriorização é projeção

Os chacras podem ser classificados segundo seu tamanho e funções em chacras Magnos, grandes, médios e pequenos. Os vórtices (chacras) Magnos são os de maior tamanho e importância. Estão vinculados a importantes zonas do corpo humano. Temos então os centros Coronário, Frontal, Laríngeo, Cardíaco, Solar, Hepático, Sacro.

Quanto a sua atividade todos os chacras magnos, com exceção do laríngeo são predominantemente aferentes,ou seja, absorventes das energias externas de seus planos (mas o estudo maior aqui destina-se ao etérico ou eletromagnético). O laríngeo assume então função eferente,ou seja, expulsiva das energias, eliminando os resíduos energéticos da maioria dos outros chacras.

O tamanho de um chacra depende de algumas circunstâncias : se ele esta em repouso ou em atividade a atividade que a determinada pessoa executa. Assim a boca do chacra se abrirá para que possa captar e ciclar maior quantidade de energia. Os chacras em repouso tem a sua coloração mais opaca e o diâmetro de suas bocas bem menores, além de se postarem levemente caídos parecidos com flores murchas.

Aliás, este é o motivo pelo qual as pessoas se projetam quando dormem (saem do corpo). Há uma projeção do psicossoma para fora do corpo para que os chacras possam captar e ciclar maior quantidade de energia externa, ou seja, há um maior reabastecimento energético

A energia absorvida pela boca do chacra penetra nos raios da zona intervorticiana (dentro do vórtice) e, de acordo com a freqüência com que giram estes raios a velocidade de giro destas partículas faz com que aparecem os mais variados matizes de cores. Por isso que os chacras têm cores próprias, mais ou menos brilhantes e assumindo.

Os vórtices Grandes são os chacras que seguem , em ordem decrescente de tamanho relativo aos magnos, ou seja, são menores do que os magnos. Temos chacras grandes nas palmas das mãos, nas articulações do cotovelos, ombros, joelhos, nas plantas dos pés. O tamanho destes chacras vai depender das atividades do indivíduo. Por exemplo: músicos, pintores e escritores têm os chacras das palmas das mãos bem mais desenvolvidos. Adiante dos ouvidos, onde se unem os ossos da mandíbula. Na direção dos seios. Onde se unem os ossos peitorais, próximo da glândula tireóide. (Este, juntamente com os dos seios formam um triângulo de força). 2. Um em cada palma das mãos. 2 Um em cada planta dos pés. 2 Um atrás de cada olho. 2 Conectados com as - gônadas. 1 Próximo do fígado. 1 Vinculado ao estômago, portanto relacionado com o Chacras solar, mas não é similar a este. 2 Vinculados ao baço. Estes formam, em realidade, um Chacra composto pelos dois superpostos. 2 Um atrás de cada joelho.

A alteração dos batimentos cardiacos tem a ver com o funcionamento dos centros de força sim mas devemos considerar também fatores geneticos, alimentares, stress. Dentre outros fatores um poderoso chacra que está estreitamente relacionado com o nervo vago. Este é muito potente e é considerado por algumas escolas de ocultismo como um Chacra principal; não se acha na coluna vertebral, mas próximo à glândula Timo. Lembremos os chacras principais são os 7 conhecidos os grandes são estes que eu falo agora.

Um próximo do Chacra Solar e se relaciona com o Muladhara (Básico), formando assim um triângulo de força com o Svãsbisthana (Solar), o Manipura (Esplênico) e o Muladhara (Básico).

Observação: Os dois triângulos de força referidos nesta classificação, são de real importância; um está acima e o outro abaixo do diafragma.

Os Vórtices Médios e Pequenos atuam como auxiliares energéticos atuando como satélites ao redor do chacra principal formando círculos ao redor deste. Na estrutura do Psicossoma existem chacras que se comunicam com os do duplo etérico em verdadeira correspondência. Cada chacra Astral (Psicossoma) possui o seu chacra correspondente (homólogo) etérico.O enlace se dá a partir do centro ou núcleo do chacra eterico;daí parte um sutil prolongamento energético que se enlaça com o centro respectivo do chacra do psicossoma.

As principais funções dos chacras etéricos são:
1- Absorver e distribuir o prana ou energia vital ao corpo etérico e, através deste, ao corpo físico;
2- Manter as ligações dinâmicas com os chacras correspondentes no Psicossoma

O físico é afetado não apenas pela velocidade do fluxo da energia etérica, mas também pelo grau de harmonia no seu ritmo, e qualquer obstrução que possa deformar os padrões normais de energia resultam na perda de vitalidade e em doença. O processo da doença é bastante visível nos chacras, uma vez que não apenas rompe seu movimento harmônico como também altera a textura dos seus componentes. Aliás, poderemos falar em uma outra oportunidade sobre o rompimento destas estruturas e sua relação com doenças como o cancer.

São em número de sete e denominados segundo a sua forma e localização, como centro coronário, cerebral, laríngeo, cardíaco, esplênico, gástrico e genésico. Quanto mais importantes, mais complexos são, possuindo maior número de raios. São ainda interligados por correntes de energias, verdadeiros canais de tráfico de forças, que se identificam como os meridianos da medicina chinesa.

Cada centro vital está associado a uma freqüência vibracional diferente. As energias fluem para dentro do corpo através do centro coronário e como os centros estão intimamente ligados à medula espinhal e aos gânglios nervosos existentes ao longo do eixo central do corpo, a energia flui para baixo, passando do centro coronário para os outros centros de força inferiores, os quais distribuem as correntes sutis para partes do corpo e órgãos apropriados. Agora vamos desmembrar cada um dos chacras principais:

Centro Coronário:

Está instalado na região central do cérebro, sede da mente. É responsável pelas energias oriundas do plano espiritual (liga os planos espiritual e material). Relacionando-se materialmente com a epífise, também chamada de Glândulal Pineal, ou Corpo Pinea. Situa-se no centro da cabeça e contêm 12 pás no centro e 960 pás na periferia. É chamado por isso de “Lótus de mil pétalas”. Sua cor e brilho variam de acordo com o desenvolvimento da criatura. Quero lembrar que quando as pás aqui descritas são os raios que falamos anteriormente.

Supervisiona e comanda os outros centros que lhe obedecem ao impulso procedente do espírito, vibrando, todavia, com eles em justo regime de interdependência. Podemos dizer que do centro de força coronário emanam as energias de sustentação do sistema nervoso e suas subdivisões, sendo responsável pela alimentação das células do pensamento e o provedor de todos os recurso eletromagnéticos indispensáveis à estabilidade orgânica.
E, por isso, o grande assimilador das energias da espiritualidade superior capazes de favorecer a sublimação da alma e assim orientar a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada e desencarnada.

Esse centro é considerado um dos mais elevados centros de vibração do corpo sutil e está associado a uma profunda busca espiritual. Justamente por isso, ele é considerado pela filosofia hindu como a lótus de mil pétalas, sendo o mais significativo em razão do seu alto potencial de radiações, uma vez que nele assenta a ligação com a mente, fulgurante da sede da consciência. Temos no centro coronário o ponto de interação entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicossomáticas organizadas.

Dele parte, desse modo, a corrente de energia vitalizante, formada de estímulos espirituais com ação irradiadora sobre a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de nossos sentimentos, idéias e ações, tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos órgãos e demais implementos de nossa constituição particular, plasmando em nós próprios os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta.

A mente elaborou as criações que lhe fluem da vontade, apropriando-se dos elementos que o circundam, e o centro coronário incumbe-se, automaticamente, de fixar a natureza da responsabilidade que lhe diga respeito, marcando no próprio ser as conseqüências felizes ou infelizes de sua modificação consciencial no campo do destino. No nível físico, ele está ligado à atividade do córtex cerebral e ao funcionamento geral do sistema nervoso.

A correta ativação do centro coronário influencia a sincronização entre os hemisférios cerebrais direito e esquerdo, e para que ele esteja em perfeito funcionamento, é preciso que a mente, o corpo e o espírito estejam equilibrados.
Caso ocorra uma desarmonia nesse centro de força, seu fluxo de energia será alterado, podendo se manifestar através de vários tipos de disfunções.

Exemplos: disfunções cerebrais, incluindo psicopatias - Denominação genérica das doenças mentais. Quando desequilibrado, a pessoa está propensa a sentir: Depressão, desânimo, falta de motivação ou inspiração.

A auréola dos santos, retratada por muitos artistas, representa a irradiação luminosa do centro coronário sendo responsável pela alimentação das células do pensamento e o provedor de todos os recursos eletromagnéticos indispensáveis á estabilidade orgânica. "Centro que assimila os estímulos do plano superior e orienta a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada".

Correlação física: ligado à glândula pineal (epífise). É o chakra mais importante, pois é o responsável pela irrigação energética do cérebro. Bem desenvolvido, facilita a lembrança e a conscientização das projeções da consciência. É muito importante na telepatia e na mediunidade. É o chakra por onde penetra a energia cósmica. Cor: branco fosforescente, violeta ou dourado Bija-mantra: "Brahmarandra" ou o "OM". Por motivos esotéricos, os iogues arredondaram logo para 1000 pétalas.

Este centro está relacionado com o Chacra Básico (Muladhara). A interação entre ambos produz a manifestação da vontade ou propósito divino. Quando as forças do Centro Coronário e do básico se combinam, produzem a mais alta manifestação do "fogo elétrico"individual, que quando se expressa plenamente é denominado fogo kundalini.

Centro Frontal:

Centro de força com 96 pás, localizado entre as sobrancelhas; relaciona-se materialmente com os lobos frontais do cérebro. É responsável pelo funcionamento dos centros superiores da inteligência e do sistema nervoso. Governa o intelecto (cérebro), com todos os seus neurônios. Assim, comandam os cinco sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato). É responsável pela vidência, audiência clareza de raciocínio e percepção intelectual Gira para fora, e, por isso, segundo a vontade do indivíduo, poderá girar rapidamente, emitindo irradiação que pode ser dirigida às pessoas com diversos objetivos (calma, conforto, equilíbrio, coragem, etc.).

Está instalado na região frontal e tem influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, ordenando as percepções de variada espécie, percepções estas que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta rede de processos de inteligência que dizem respeito à palavra, à cultura, à arte, ao saber, marcando também a atividade das glândulas endócrinas (*)

O centro cerebral está associado à glândula pineal, à hipófise, à medula espinhal e também aos órgãos dos sentidos e aos seios paranasais. Ocorrendo o bloqueio de energia nesse nível, encontraremos disfunção nesse centro vital e,
conseqüentemente, algumas doenças serão manifestadas fisicamente.

É o responsável pela irrigação energética dos olhos. Bem desenvolvido, facilita a clarividência e a intuição. Por vezes, a sua atividade cria uma palpitação na testa ou sensação de calor (parece um coração batendo na testa). Cor: branco-anil fosforescente, amarelo ou esverdeado Bija-mantra: "OM" Na Umbanda este ponto corresponde à vibração das SENHORAS (Oxum, Iemanjá, Iansã e Nanã), sendo o dia de melhor absorção de influências o sábado. Exemplos de patologias: sinusites, cataratas e grandes desequilíbrios endócrinos.

Centro Laríngeo.

Relaciona-se materialmente com o plexo cervical. Situado na região das tireóides, possui 16 raios. O centro laríngeo atua sobre as principais glândulas e estruturas da região do pescoço, tais como as glândulas tireóide e paratireóide, a boca, as cordas vocais, inclusive as atividades do timo, a traquéia e as vértebras cervicais. Controla a respiração e a fonação e, por isso, é importante para a comunicação. Existe ainda uma associação entre o centro laríngeo e o sistema nervoso parassimpático (nervo vago). O centro laríngeo energiza tanto a glândula tireóide como a paratireóide, cada uma das quais produz um efeito diferente sobre o metabolismo do cálcio nas células dos tecidos ósseos. A glândula paratireóide regula o metabolismo do cálcio nas células do tecido ósseo por meio da secreção de PTH (hormônios da paratireóide), enquanto a glândula tireóide, além de produzir os hormônios tireoidianos que regulam a atividade metabólica geral das células do corpo, também produz tiracalcitonina, um hormônio que atua sobre o metabolismo do cálcio e dos ossos de maneira oposta a dos hormônios da paratireóide.

As anormalidades no fluxo de energia através desse centro podem manifestar-se na forma de doenças relacionadas com a atividade celular disfuncional naquelas estruturas que dependem energeticamente do centro laríngeo. Exemplos de doenças: laringite, tircoidite, tumores nas glândulas paratireóides, câncer da laringe. Pode também provocar problemas de comunicação. Bem desenvolvido, facilita a psicofonia e a clariaudiência. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chakras da cabeça.

Centro Cardíaco.


Este talvez seja um dos centros mais importantes dos nossos corpos energéticos sutis. Relaciona-se materialmente com o plexo cardíaco. Possui 12 raios. importantes dos nossos corpos energéticos sutis. O centro cardíaco é assim tão importante porque seu equilíbrio é fundamental para a capacidade do indivíduo expressar amor, já que esse centro dirige a emotividade sustentando os serviços da emoção e a circulação das forças de base, assim como o equilíbrio geral. As dificuldades em aprender as lições de amor podem se manifestar como anormalidades no funcionamento do centro cardíaco, as quais, por sua vez, afetam o coração físico. O centro cardíaco proporciona também a energia nutritiva sutil aos tubos bronquiais, pulmões, seios, e ainda influencia a função de todo o sistema circulatório. Uma disfunção crônica no centro cardíaco pode contribuir para a ocorrência de doenças cardíacas, derrames, doenças pulmonares e diversos tipos de debilitações imunológicas que podem deixar o organismo vulnerável a bactérias e células cancerosas.

Localização: coração. Correlação física: ligado à glândula timo. É o chakra responsável pela irrigação do coração. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. É o chakra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Quando existe um bloqueio nesse chakra, a pessoa sente depressão, angústia, irritação ou pontadas no peito. Cor: amarelo-ouro. Bija-mantra: "YAM"

Quando desequilibrado, a pessoa está propensa a sentir: Raiva, depressão, angustia, irritação e todos os problemas do coração.

Centro Esplênico ou Chacra do Plexo Solar

Conhecido no hinduísmo como MANIPURA. Este ponto situado à altura do baço físico, atua diretamente sobre o baço, pâncreas e glândulas supra-renais. Sua energia é o Poder da Vontade. Seu atributo é o Conselho. Segundo o grau de sua vitalidade pode gerar a Prudência ou a Imprudência. Recebe com maior intensidade a força vital de Vênus, tem a forma de uma flor de 6 pétalas. Sua vibração na cor atuante é o Azul, mas pelas circunstâncias do estado harmônico do ser, outras vibrações atuam, gerando tendências para o Vermelho violeta.

Na Umbanda este ponto corresponde à vibração de OXÓSSI, sendo o melhor dia de absorção de influências a quinta-feira. O médium distingue esta influência pela aparente falta de ar, é como se tivesse um torpor em todo o lado esquerdo, em conseqüência da expansão dos gases naturais internos. É o responsável pela eliminação das energias descartáveis do nosso perispírito. Atua em todas as áreas das defesas orgânicas através do sangue. Relaciona-se materialmente com o plexo mesentérico (intestino inferior) e o baço. É um dos responsáveis pela vitalização do nosso organismo.

Está sediado no baço, determinando todas as atividades em que se exprime o sistema hepático, dentro das variações do meio e volume sanguineo, regulando a distribuição e a circulação adequada dos recursos vitais em todos os recantos do veículo do qual nos servimos.

Cor: verde-forte. Mantra: ram. Centro Gástrico: Este centro fornece energia sutil nutritiva para a maioria dos principais órgãos envolvidos nos processos de digestão dos alimentos e purificação do organismo. Está relacionado materialmente com o plexo solar.

Chacra do Umbigo

Conhecido no Hinduísmo como SVÃSBISTHANA. Este ponto situado à altura do umbigo físico, atua diretamente sobre as vísceras abdominais, tais como, fígado, pâncreas, órgãos do aparelho digestivo, etc. Sua energia é o Poder do Pensamento Criador

Na Umbanda este ponto corresponde à vibração de OGUM, sendo o melhor dia de absorção de influências a terça-feira. O médium distingue esta influência por distúrbios estomacais e intestinais, com azia e desinteria, em casos mais agudos.

Localizado na região do estômago é responsável pela penetração de alimentos e fluidos na organização física; regula a digestão e absorção dos alimentos, possue as cores Roxa e Verde gira com 10 pétalas, coordena as emoções, medo raiva, entusiasmo, impulso de poder. É o responsável pelas energias oriundas da reprodução, da sexualidade e da criatividade. Relaciona-se materialmente com o plexo sacro e o hipogástrico.

Este centro se localiza no santuário do sexo, como templo modelador de formas e estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas. do sânscrito: "Swadhistana": "Morada do Prazer")

Localização: baixo ventre (pela sua própria localização no corpo, esse chakra seria melhor denominado como "gênito-urinário"). Correlação física: ligado às gônadas (homem: testículos; mulher: ovários).

É o responsável pela irrigação dos órgãos sexuais; é também responsável pela vitalização do feto em formação, dividindo a sua função com o chacra básico. Aliás, a ligação desse dois chakras é estreita demais. Isso se deve ao fato de que parte da energia kundalini é veiculada do básico para dentro do chakra sacro. É por esse fator que alguns tibetanos consideram esses dois chakras como um único centro. Acoplado à região genital, tem somente 4 radiações. Cor: laranja, roxo ou vermelho (dependendo das circunstâncias). Bija-mantra: "VAM"

O chacra básico.

Localização: base da coluna. Correlação física: ligado às glândulas supra-renais. É o responsável pela absorção da kundalini (energia telúrica) e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue. Bija-mantra: "LAM".

Este centro localiza-se na base da coluna vertebral e sustém os demais centros. Na época atual encontra-se passivo, pois só entra em atividade por um ato de vontade dirigida e controlada pelo iniciado. Responde ao aspecto VONTADE. Da mesma forma que o princípio vida está situado no coração, também a vontade de ser está situada na base da coluna abaixo do osso sacro. Seu principal aspecto é a
inocência. Inocência é a qualidade pela qual nós experimentamos alegria pura, infantil, sem as limitações do preconceito ou condicionamentos. A inocência nos dá dignidade, equilíbrio e um enorme senso de direção e propósito na vida. É apenas simplicidade, pureza e alegria.

Neste centro se unem espírito e matéria, e a vida se relaciona com a forma. É o centro onde a "serpente de Deus"experimenta duas transformações: A serpente da matéria permanece enrolada sobre si mesma. Tal serpente é transformada na "serpente da sabedoria. A serpente da sabedoria é transladada e se converte no "dragão de luz vivente".

Kundalini (do sânscrito: "Enroscada"; "Fogo Serpentino")

É a energia que entra no campo energético por intermédio do chakra básico. É também chamada genericamente aqui no ocidente de energia telúrica (energia da terra) ou geoenergia. Contudo, essa definição ocidental é muito pobre. Os orientais, notadamente os hindus, tibetanos e chineses antigos (taoístas), aprofundaram-se bastante no estudo dessa energia. Ela também é chamada pelos iogues de "Shakti" (do sânscrito): a força divina aninhada na base da coluna (chakra básico). O despertar da kundalini é um processo puramente espiritual e energético em essência. Envolve a ativação dos chakras, principalmente do chakra cardíaco, que equilibra e distribui corretamente o fluxo ascendente da shakti ao longo dos nádis. A palavra INICIAÇÃO aqui se refere às Iniciações relacionadas à Grande Fraternidade Branca Universal.

Todos os centros (Lótus) estão desde o início invertidos, com as pétalas para baixo, em direção à base da coluna vertebral. Durante o processo de evolução, todos gradualmente abrem suas pétalas e giram lentamente para cima, "para a cúspide do cetro". Etiologia das doenças na Relação Corpo Espiritual e Físico.

Agora que já definimos e exemplificamos perispírito - centros vitais e suas relações com as atividades dos órgãos, tendo citado nas suas disfunções algumas das conseqüentes doenças que podem ocorrer no corpo físico, percebemos a profunda ligação entre eles e a necessidade de harmonia nessa interligação para que possamos obter o perfeito funcionamento de toda a organização humana, seja na forma espiritual ou física. Observamos a importância da mente e a energia que geramos com os nossos pensamentos, sejam pensamentos conscientes do hoje ou inconscientes de uma vida pretérita, que, muitas vezes, nos subjugam na zona do remorso, trazendo ao nosso perispírito lesões nos centros vitais que explicam algumas anomalias que se fazem congênitas. Pois sabemos que no perispírito possuímos todo o equipamento de recursos automáticos a serviço da inteligência nos círculos de ação em que nos demoramos, recursos estes adquiridos vagarosamente pelo ser, em milênios e milênios de esforço e recapitulação nos múltiplos setores da evolução anímica.

Durante a embriogênese, os corpos magnéticos sutis já existem antes que ocorra o desenvolvimento do corpo físico. É o que a psicobiofisica chama de MOB. Modelo Organizador Biologico.

Os centros de força, que são fuIcros (s. m. Ponto de apoio da alavanca; sustentáculo; apoio; amparo. (do lat. fulcrum.) energéticos, são influenciados pelas energias originárias das vidas pretéritas da alma que, na nova encarnação, imprime às células a especialização extrema na formação do corpo denso do homem, especialização que todos detemos no corpo espiritual em recursos equivalentes. Essas células obedecem às ordens do espírito, diferenciando-se e adaptando-se às condições por ele criada, procedendo do elemento primitivo, comum, de que todos provimos em laboriosa marcha no decurso dos milênios. É assim que "a enfermidade, como desarmonia espiritual, sobrevive no perispírito". Pois tal seja a viciação do pensamento, tal será a desarmonia no centro de força, que reage nosso corpo a essa ou aquela classe de influxos mentais, uma vez que toda a mente é dínamo gerador de força criativa. Quando a nossa mente, por atos contrários à lei divina, prejudica a harmonia de qualquer um desses fuIcros de forças, a nossa alma naturalmente se escraviza aos efeitos da ação desequilibrante obrigando-se ao trabalho de reajuste. E é assim que, muitas vezes, numa nova encarnação, encontramos pessoas com problemas mentais ou de paralisias físicas, "apresentando estado morfológico conforme o campo mental a que se ajusta".

As regiões do corpo atingidas pelas nossas energias viciadas tornam-se passíveis de invasões microbianas. O desenvolvimento de determinadas doenças depende de nossa atitude interior. O pensamento, como uma modalidade de energia sutil atuando em uma forma de onda, com velocidade muito superior à da luz, quando de passagem pelos lugares e criaturas, situações e coisas que nos afetam a memória, agem e reagem sobre si mesmos, em circuito fechado, trazendo-nos, assim, de volta as sensações desagradáveis hauridas ao contato de qualquer ação desequilibrante Isso tudo acontece porque, quando nos rendemos ao desequilíbrio ou estabelecemos perturbações em prejuízo dos outros, plasmamos nos tecidos fisiopsicossomáticos determinados campos de ruptura na harmonia celular, criando predisposições mórbidas (mórbido - adj. Relativo a doença; doentio; enfermo; lânguido. (do lat. morbidu.) para essa ou aquela enfermidade e, consequentemente, toda a zona atingida torna-se passível de invasão microbiana.

Quando é desarticulado o trabalho sinergético, esforço simultâneo de vários órgãos ou músculos na realização de uma função. (do gr. synergeia.) das células nesse ou naquele tecido, intervêm as unidades mórbidas, quais o câncer, que nessa doença imprime acelerado ritmo de crescimento a certos agrupamentos celulares, entre as células sãs do órgão em que se instalam, causando tumorações invasoras e metastáticas (metastático - adj. Referente à metástase. Metástase - (med.) mudança de forma ou de sede de afecção. (do gr. metastasis.), compreendendo-se, porém, que a mutação no início obedeceu à determinada distonia, originária da mente, cujas vibrações sobre as células desorganizadas tiveram o efeito das projeções de raios-x ou de irradiações ultravioletas, em aplicações impróprias. Quando o doente adquire um comportamento favorável a si mesmo, num crescente de humildade, paciência, devotamento ao bem, num profundo processo de renovação moral, as forças físicas encontram sólido apoio nas radiações de solidariedade e reconhecimento que absorve de quantos lhe recolhem o auxílio direto ou indireto, conseguindo conter a disfunção nos neoplasmas (s. m. (med.) Tecido morboso de formação recente; qualquer tumor, maligno ou benigno. (do gr. neos plasma.) benignos que ainda respondem à influência organizadora dos tecidos adjacentes. Devemos, portanto, reconhecer o quanto é importante o equilíbrio de nossa mente, pois com as aquisições e observações da psicopatologia, podemos observar a intervenção dos fatores internos ou psicogênitos em todas as atividades do organismo físico.

Podemos então concluir que, diante de tudo quanto já abordamos, é compreensível dizer que a quebra da harmonia cerebral, em conseqüência de compulsoriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo espiritual, essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, podendo surgir tumores e hemorragias conseqüentes de fenômenos mórbidos assediando a mente, porque o cérebro é o instrumento que traduz essa mente, manancial de nossos pensamentos, e é por isso que a dor do remorso não permite fácil acesso à esfera superior do organismo perispírito, onde se erguem as manifestações da consciência divina.

O cérebro real é aparelho dos mais complexos, em que nosso "eu" reflete a vida. Examinando o organismo que modela as manifestações do campo físico, reconheceremos que a célula nervosa é entidade de natureza elétrica que, diariamente, se nutre de combustível adequado. Há neurônios sensitivos, motores, intermediários e reflexos. Existem os que recebem as sensações exteriores e os que recolhem as impressões da consciência. Em todo o cosmo celular agitam-se interruptores e condutores, elementos de emissão e de recepção. A mente é a orientadora desse universo microscópico, em que bilhões de corpúsculos e energias multiformes se consagram a seu serviço.

Dela emanam as correntes da vontade, determinando vasta rede de estímulos, reagindo ante as exigências da paisagem externa, ou atendendo às sugestões das zonas interiores. Colocada entre objetivo e subjetivo, é obrigada, pela lei divina, a aprender, verificar, escolher, repelir, aceitar, recolher, guardar, enriquecer-se, iluminar-se, progredir sempre. Ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob atuação das forças visíveis ou invisíveis.

Lembremos que toda a energia gerada tem que manter-se de forma bem equilibrada, porque tanto o bloqueio do fluxo de energia quanto o excesso desse fluxo podem produzir desequilíbrios e, consequentemente, uma doença física.

Hoje, ainda não encontramos na medicina tradicional os recursos necessários para esse entendimento, mas felizmente, surgem na atualidade novas opções terapêuticas, tanto no campo da psicologia como na chamada medicina alternativa, com estudos que comprovam a cura de determinadas patologias através dessas novas abordagens, como é o caso das técnicas de regressão de memória.

Assim sendo, observemos a necessidade de nos reunir cada vez mais para estudar sob esta nova visão, pois somente quando os homens da ciência se permitirem, com mais flexibilidade, atravessar a porta do entendimento do amor, como homens comuns e de fé, é que conseguiremos chegar mais rapidamente à solução de enfermidades que até os dias atuais a ciência não consegue equacionanar.

Com referência às enfermidades físicas e sua relação com os Chacras (considerados como pontos focais para as energias que chegam de qualquer fonte) seria útil que fizéssemos certas e amplas considerações, lembrando que elas podem ter exceções, sobretudo no que diz respeito à boa ou má saúde dos neófitos:

1. Cada um dos sete Chacras principais, rege ou condiciona - seja do ponto de vista da matéria ou mesmo da alma e do princípio vida - a região do corpo físico onde está situado, incluindo os muitos Chacras secundários e plexos de força que ali existem.

a. O princípio vida, o primeiro aspecto, aparece quando o Chacra tenha se desenvolvido completamente ou despertado exotericamente. Sempre está presente em estado latente, mas não é um fator dinâmico que produza estímulo monódico para finalizar o grande ciclo de evolução.

b. A qualidade ou aspecto da alma aparece gradualmente no processo de desenvolvimento evolutivo e produz, no Tempo e Espaço, o efeito definido que o Chacra exerce sobre seu meio ambiente. Esta qualidade depende do Raio (seja o da personalidade ou o da alma) que origina a energia entrante, ou do Raio que rege o corpo astral, no caso de uma pessoa pouco evoluída, e também do grau de evolução e da influência radiada de outros Chacras.

c. O aparecimento no corpo Etéreo de um Chacra desenvolvido ou em desenvolvimento, indica a posição que o homem ocupa na escala evolutiva, sua filiação racial e sua meta consciente; esta última pode abarcar desde a ênfase, posto sobre a vida sexual, e a conseqüente atividade do Chacra Básico, até a meta do iniciado, que põe em atividade o Chacra Coronário. Tudo isto produz um efeito conseqüente sobre o tecido circundante, a substância e as formas orgânicas dentro do Raio de influência do Chacra. A zona de influência varia de acordo com a atividade do Chacra e este depende do grau evolutivo alcançado pelo indivíduo e do preponderante tipo de energia ao qual ele reage.

3. A energia entrante se transmuta e forças dentro do Chacra. Isto implica num processo de diferenciação, onde a energia primária envolvida se converte em energias secundárias, o que ocorre automaticamente; a rapidez do processo de transmutação, a potência da resultante acumulação de forças e a atividade radiada (que produz resultados condicionados no corpo físico denso) dependem do grau de desenvolvimento do Chacra articuladamente envolvido e se está desperto ou não.

4. As forças que saem de um Chacra atuam sobre a contraparte etérea de toda a intricada rede de nervos que constituem o sistema nervoso. Estas contrapartes, de idênticas analogias subjetivas, se denominam nadis na filosofia hindu; constituem uma complexa e muito extensa rede de energias fluídicas, um sistema interno intangível, paralelamente ao dos nervos corpóreos, o qual é a exteriorização de um conjunto interno de energias. Não existe, entretanto, uma tradução em nenhum idioma para a antiga palavra nadis, devido a que existência deste sistema subjetivo ainda não foi reconhecido, e no Ocidente, prevalece o conceito materialista dos nervos como um sistema criado em resposta à um ambiente tangível. O conceito de que estes nervos são o resultado físico denso de um mecanismo interno e sensível de resposta é, entretanto, muito indefinido e não reconhecido pela moderna ciência ocidental. Quando esta substancia sutil (composta de fios de energia) for reconhecida como subjacente nos nervos tangíveis, teremos progredido em nossa abordagem ao problema da saúde e da doença, aproximando-nos mais ao mundo das causas. Esta rede de nadis forma um mecanismo definido de vida que varia de acordo com o Raio da personalidade.

5. Os nadis determinam, portanto, a natureza e a qualidade do sistema nervoso com suas extensas redes de nervos e plexos que abarcam todo o corpo físico. Os nadis e, em conseqüência, a rede de nervos, estão principalmente relacionados Dom dois aspectos do equipamento físico do homem - os sete Chacras principais do corpo Etéreo (o corpo vital que subjaz no corpo físico e denso) e a coluna vertebral , mais a cabeça. Deve-se lembrar que o corpo Etéreo (matriz) é um corpo físico, ainda que composto de matéria mais sutil do que aquela (cópia) que podemos ver e tocar. É composto de substância ou daquilo que subjaz ou fundamenta cada parte e partícula do veículo físico denso. Isto, futuramente, receberá a atenção dos curadores e médicos iluminados da nova era. Quando se reconheça a relação que existe entre os nadis e os nervos, conjuntamente com os Chacras da coluna vertebral, então se produzirá uma grande revolução nos métodos médicos e psiquiátricos. A experiência demonstrará que quando se obtém uma interação mais estreita entre ambos - os nadis e os nervos - poderá se controlar mais rapidamente as enfermidades.

6. Os nadis no corpo etéreo correspondem à vida ou aspecto espírito; os nervos são a analogia da alma ou aspecto qualidade. O que aparece como sua exteriorização conjunta é o sistema endócrino, que corresponde à forma ou aspecto matéria. Os três - nadis, sistema nervoso e glândulas - são as analogias materiais dos três aspectos Divinos; respondem exotericamente à estes três aspectos e fazem com que o homem, no plano físico, seja o que é. Os três estão também condicionados (por ação dos sete Chacras, como já vimos) pelos veículos - astral ou mental, ou pela personalidade integrada, ou pela alma - que começa a utilizar a personalidade como agente transmissor e transmudador e, ao finalizar o caminho do discipulado - pela Mônada, via antahkarana, empregando este caminho auto criado, como um canal direto de comunicação com os sete Chacras e dali com o triplo sistema de nadis, nervos e glândulas.

7. Estes três sistemas maiores dentro do ser humano, expressam, por meio do corpo físico, a condição ou grau de desenvolvimento dos Chacras. A vida, a qualidade e a energia que representam, são distribuídas por todo o veículo físico mediante a corrente sangüínea. A ciência moderna já esta reconhecendo como uma realidade o fato de que a corrente sangüínea distribui certos elementos liberados pelas glândulas. Ainda não reconhece o fato da relação que existe entre as glândulas e os Chacras, com o sistema de nadis e nervos. O próximo grande passo que dará a medicina, será o reconhecimento da realidade do corpo etéreo, substância física que subjaz na matéria densa.

8. Quando os Chacras despertam no corpo, aparece então um sistema nervoso altamente elétrico, que responde imediatamente à energia conduzida pelos nadis, cujo resultado será um sistema endócrino bem equilibrado. A vitalidade e a vida que fluirá através do corpo será então tão poderosa que automaticamente o corpo físico ficara imune às enfermidades, sejam natas, hereditárias ou de origem grupal. Com estas palavras, expressa-se uma probabilidade futura e não uma possibilidade imediata. Algum dia, o homem coordenará perfeitamente os três sistemas, que responderão fisicamente ao mecanismo interno de nadis e Chacras, e se integrará conscientemente com a alma, e mais tarde - por meio do anthakarana - com o princípio da vida.

9. Atualmente há um desequilíbrio e alguns Chacras ainda não despertaram, outros estão super estimulados e os Chacras abaixo do diafragma super ativados; em conseqüência temos zonas inteiras do corpo em que ao nadis estão em estado embrionário, em outras estão altamente energizados, mas suas emanações detidas por algum Chacra, em que o trajeto de sua atividade ainda não despertou - ou, se o fez - entretanto não é irradiante. Estas condições produzem poderosos efeitos sobre o sistema nervoso e glândulas, resultando em alguns casos, em super estimulação e, em outros, condições anormais, falta de vitalidade, hiperatividade e outras reações indesejáveis, que produzem inevitavelmente enfermidades. Tais enfermidades surgem dentro do próprio corpo, como resultado das tendências hereditárias inerentes (ou deveria dizer nativas) ou predisposições existentes no tecido corpóreo, ou aparecem como resultado da irradiação ou não dos Chacras, que atuam através dos nadis; podem também originarem-se como resultado dos impactos ou contatos externos (tais como enfermidades infecciosas ou contagiosas e epidemias). A pessoa é incapaz de resistir devido a que seus Chacras não estão desenvolvidos.

10. Resumindo: Enfermidade, incapacidade física de todo tipo (logicamente excetuando-se as que se devem a acidentes e, em certa medida, à condições planetárias que provocam epidemias de natureza peculiarmente virulenta, como as produzidas freqüentemente pelas guerra) e os numerosos e diversos aspectos da má saúde, podem-se atribuir à condição dos Chacras, pois eles determinam a atividade ou a passividade dos nadis que, por sua vez, afetam o sistema nervoso fazendo com que o sistema endócrino seja o que é no indivíduo, e a corrente sangüínea a responsável por distribuir esta condição à todas as partes do corpo.

 

 

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