1. CONCEITOS ABSTRATOS

A partir das comprovações da Mecânica Quântica, aprendemos que as partículas subatômicas, ora se comportam como matéria, ora como energia. Ou seja, a realidade que nos cerca é fruto de nossa concepção pessoal do mundo. Don Juan, guru de Castañeda já dizia que: "quando um homem nasce, lhe é transmitida uma visão do mundo que vai gradualmente reforçada, até o ponto em que a realidade é por ela substituída. Ninguém vê uma árvore, apenas intui o conceito do que seja uma árvore".

Nós vivemos enredados no corpo etérico do planeta, sujeitos ao fluxo incessante de energias e forças que circulam pelo sistema solar. Os nossos Chackras, cada um deles sensível a um determinado padrão de energia, atuam como condutores das fontes planetárias de nosso sistema e mesmo fora dele. Nós também estamos sujeitos às energias que emanam da própria Terra e das formas pensamentos de todas as criaturas, em todos os planos.

Também, a partir da Teoria da Relatividade de Einstein, passamos a saber que as partículas materiais podem ser criadas a partir da pura energia e voltar a ser pura energia. A equivalência entre matéria e energia é expressa pela famosa equação E=mc2. As teorias de campo transcenderam definitivamente a distinção clássica entre as partículas e o vácuo. Segundo Einstein, as partículas representam condensações de um campo contínuo presente em todo o espaço.

Por isso o universo pode ser encarado como uma teia infinita de eventos correlacionados, e todas as teorias dos fenômenos naturais passam a ser encaradas como meras criações da mente humana, esquemas conceituais que representam aproximações da realidade. Isto é, somos energia e estamos imersos em um universo de pura energia. Estamos em um universo Omnijetivo. Não há um mundo físico separado. Participamos de um espectro onde existem, ao mesmo tempo, todas as realidades possíveis. Há uma íntima interconexão entre sistemas diferentes que não estão em contato espacial. Tudo está interconectado. O Universo é um pensamento gigante, em vez de uma gigantesca máquina.

A realidade NÃO é o que parece. Somos participantes, não observadores. Nós físicos, esperando encontrar elétrons e meras partículas subatômicas, descobrimos que a consciência encontra o que quer encontrar. E mais, descobrimos que aquilo que acreditamos, existe. A humanidade está no limiar do incrível.

2. UM MAR DE ENERGIA

Mas, que energia é esta que nos rodeia, faz parte de nós e de todo o Universo? Desde o início da humanidade conhecemos esta forma de energia sutil e que, ao longo dos tempos, foi recebendo diferentes nomes.

Os Hindus, mais de três mil anos antes de Cristo, já a conheciam como "prana". Seria uma energia não-física que absorvemos pelos Chackras. Hermes Trimegisto, a denominava "Telesma". Platão, a chamava "nous". Hipócrates dizia que era "Via Medicatrix Naturæ", também a chamava "Ignis Subtilissimus" (fogo sutil). Aristóteles a denominava "Causa Formativa". Paracelso, "Alcahest". Os alquimistas a chamavam "Quinta Essência". "Espírito Universal" é como era conhecida pelos ocultistas. Os orientais (China, Japão, Coréia) sempre a chamaram "Chi", desde tempos imemoriais.

Aliás, as religiões orientais, principalmente o Budismo, sempre pregaram que o mundo em que vivemos é ilusório. A verdadeira realidade é a energia e o objetivo da prática Budista, nibbana, se diz que é completamente desprovido de causa e exatamente nisso existe um paradoxo. Se o objetivo é desprovido de causa, como pode um caminho de prática - que é causal por natureza - produzi-lo? Só através da iluminação interior é que atingimos o nirvana, que é a fusão com o todo.

Pois é justamente esta energia, este princípio primordial do Universo, a responsável pelo funcionamento dos pêndulos, forquilhas e todos os aparelhos da Radiônica.
A Radiestesia, base da Radiônica, tem suas raízes fundadas na madrugada do mundo. É um dos instintos mais puros do homem, porque sua essência faz parte da tradição.

3. HISTÓRIA DA RADIESTESIA

Dos registros da pré-história, com suas pinturas ruprestes e seus "bastões de comando", temos os primeiros instrumentos de Radiestesia e de Radiônica. As pinturas representavam um "gráfico radiônico" fixando os objetivos a serem atingidos. Os homens daquela época, seguiam a pista de animais com um bastão, geralmente feito de madeira (ou osso e chifre de animais). Quando precisavam caçar, com um comando mental, "apagavam" a imagem dos outros animais, concentrando-se apenas naquele representado na gravura e o "bastão de comando" os levava até o objetivo.

Em todas as tribos primitivas sempre havia uma pessoa, por nós chamada de "feiticeiro" ou "bruxo", no qual a tribo confiava para escolher o lugar para o povoado, para a caça, as nascentes de água, as ervas para cura, etc. E, em todas as culturas, estes "feiticeiros" são sempre caracterizados de formas semelhantes. Uma delas é estarem segurando na mão uma vara ou algo semelhante, lembrando bastante as varas ou forquilhas radiestésicas.

Ao longo da história da humanidade, diversos povos se valeram de forquilhas ou objetos semelhantes, com o fim de descobrir coisas ocultas, ou de curar. Da China, temos o Imperador Yu, nascido de uma virgem que comia sementes e que é de uma dinastia lendária com reis sagrados: os Filhos do Céu. Um baixo relevo do Século II antes de Cristo, o mostra segurando um objeto semelhante a um diapasão em forma de ferradura. A inscrição não deixa dúvidas: "Yu da dinastia dos Hia, famoso por sua ciência em relação às jazidas de minérios e nascentes de águas; descobria objetos ocultos..."

Também do Egito nos chegam diversos símbolos de poder usados pela classe sacerdotal em pesquisas radiestésicas. Os gregos e posteriormente os romanos, sempre usavam o Lituus, uma vara usada para adivinhar. Segundo a lenda, Rômulo e Remo, que foram alimentados por uma loba, são os fundadores de Roma. Rômulo, para situar Roma no local mais indicado, subiu a uma das colinas com um etrusco, profundo conhecedor das energias cósmicas, que com sua vara marcou o local exato aonde Roma viria a ser construída.

Também as "varinhas mágicas" das bruxas e bruxos que nos vêm dos contos de fada, não passam de instrumentos radiestésicos, assim como é quase impossível imaginar a figura de um Druida, sem o mesmo estar com seu cajado.

Durante a Idade Média a Radiestesia, embora uma prática comum, era condenada como bruxaria e seus dons como sendo, a priori, obras do demônio. O curioso é que nesta época, muitos padres, abades e até bispos se destacaram nesta arte, embora não deixassem de ser considerados perigosos.

No início do século XVII, Jean Chatelet, Barão de Beausolei, juntamente com sua esposa descobriu grande quantidade de minas na Alemanha, Suécia, Itália e França. Só na França foram mais de cento e cinqüenta minas de metais preciosos e cristais. Resultado por ajudar a Coroa Francesa a enriquecer? Foram condenados pelo cardeal Richelieu, sem julgamento, por bruxaria. O verdadeiro motivo, entretanto, foi terem pedido pagamento por seus trabalhos.

Foi a partir de 1657 que a situação começou a mudar. O jesuíta Gaspard Schott, depois de ver uma forquilha movimentar-se nas mãos de um homem "piedoso e justo", passou a defender seu uso. Em 1693, O abade de Vallemont escreve a obra "A Física oculta ou tratado da forquilha", da qual faz parte a imagem a seguir.

Em 1798, Antoine de Gerboin, professor da Faculdade de Medicina de Strasburgo, ficou curioso vendo o filho de uma amiga brincar com uma esfera de madeira suspensa por fio, e fazendo a mesma oscilar sem mexer as mãos. A observação levou a uma série de experiências, que resultaram no livro: "Pesquisas experimentais sobre uma nova forma de agir da Eletricidade."
Desde então a popularidade do pêndulo foi crescendo, reduzindo-se consideravelmente a da forquilha.

4. RADIÔNICA

O uso desta energia sutil que forma todo o universo, por meio de dispositivos ou aparelhos, começa com Paracelso, nascido em 1490 na Suíça. Grande pesquisador da natureza, Paracelso usava imãs, nos quais colocava propriedades terapêuticas, para remover distúrbios no campo da energia vital. Mas, o maior defensor de uma forma de magnetismo que poderia ser transmitida entre seres vivos foi Franz Anton Mesmer.

Mesmer, após diversas pesquisas, chegou a conclusão que ele era o possuidor da energia e não os imãs. A esta força deu o nome de Magnetismo Animal. Então qual seria o poder dos imãs? Os imãs seriam os que comunicavam, armazenavam e transmitiam esta energia. O Dr. D'Eslon, grande discípulo de Mesmer, publicou um livro sobre o Magnetismo Animal, dizendo que este é um fluido universal que enche a natureza, e que o corpo humano tem propriedades semelhantes às de um imã, as quais podem se comunicar de um corpo ao outro. E, uma idéia muito importante: esta força pode operar a grandes distâncias sem a intervenção de nenhum corpo, bem como pode ser comunicado, propagado, aumentado pelo som, acumulado e concentrado.

Outro vulto histórico de grande importância foi o Barão Karl Reichenbach. Ele pensava ter descoberto uma forma estranha de energia que emanava de todos os seres vivos e também de matéria inanimada. Segundo ele, esta estranha energia se diferenciava das outras forças por ter uma existência própria e independente do magnetismo. A esta energia deu o nome de Força Ódica. Em seu livro, afirmava que esta energia podia ser acumulada, conduzida por fios e focalizada por uma lente. Muitas pessoas podem transmití-las a outra, tanto para fins de cura, como para causar doenças, ou dor. Umas das suas características, é que a mesma podia ser transmitida por fios.

Cem anos mais tarde, isto pode ser comprovado por pelo engenheiro Galen Hieronymus, que percebeu uma energia extremamente semelhante a Força Ódica, e a chamou de Força Elóptica. Para provar a condução da energia por fios, fez a seguinte experiência: Colocou em um galpão totalmente escuro duas plantas. A uma delas conectou um fio de cobre que ficava exposto ao sol. A planta que havia sido conectada estava verde e bonita, enquanto a outra estava sem força, branca, sem energia.

No século XIX apareceram inúmeros aparelhos radiônicos, todos para demonstrar, de alguma forma, este novo tipo de energia que estava sendo descoberta. Dentre eles citamos o magnetrômetro de Fortin, o biômetro do Dr. Audollent e os experimentos do professor Boirac. Entretanto, talvez a mais significativa contribuição tenha sido a do Dr. Kilner. Médico inglês, ele desenvolveu uma série de experimentos até chegar ao resultado: uma solução alcoólica de diacianina entre duas lâminas de cristal. Olhando através delas, com o paciente contra um fundo escuro, era possível visualizar o campo energético ao redor da pessoa. Com as variações de cores, conseguia fazer diagnósticos sobre seus problemas.

5. A ERA MODERNA

Sem sombra de dúvidas, o pai da Radiônica tal como a conhecemos hoje, é o Dr. Albert Abrams (1863 - 1924). De origem social privilegiada, o Dr. Abrams teve sua formação em medicina realizada nas melhores universidades da época, vindo a ser Diretor e catedrático de Patologia Clínica da Universidade de Stanford de San Francisco, Califórnia. Com mais de dez livros publicados sobre temas médicos, onde se incluíam as energias humanas, faleceu em 14 de janeiro de 1924, pouquíssimo tempo antes de ver inaugurado um hospital que trabalharia segundo suas descobertas.

Em suas pesquisas descobriu que cada órgão funciona como um sistema separado de emissor de ondas de rádio, emitindo ondas de uma freqüência específica e que quando este órgão está doente, a freqüência se altera. Com isto, poderia criar um circuito que, através da leitura das freqüências obtidas, ajudaria a fazer um diagnóstico mais preciso.

Também, conforme a pessoa estivesse ou não alinhada com os pontos cardeais, obtinha sons diversos conforme percutisse diversas regiões do corpo. Igualmente, se ligasse uma pessoa sã por um fio a uma pessoa doente, os sons obtidos na pessoa sã, indicariam quais os órgãos doentes da outra pessoa. Como não usava eletricidade, mas, simplesmente lia as freqüências emitidas, começou a descobrir que radiação emitia cada órgão doente.

Abrams também chegou a conclusão que os remédios curavam pela energia que os mesmos emitiam, por sua energia, e não por suas propriedades químicas. Assim, se emitisse vibrações iguais às de um órgão sadio, pelo fenômeno da ressonância, os tecidos doentes ficariam curados.

Seu ideal teve êxito em 1929 quando, com um amigo seu, chamado Hoffman, que era engenheiro de rádio, construiu, segundo seus planos, o "Osciloclast', o rompedor de ondas. E este aparelho foi sua maior glória e a causa de seu descrédito junto à comunidade científica. Seus colegas não aceitavam que pacientes pudessem ser curados por um dispositivo eletromecânico e afirmavam que os pacientes eram curados por sugestão. Depois da morte de Abrams, os órgãos oficiais de medicina dos Estados Unidos acusaram Abrams de charlatão, tentando impedir que suas idéias fossem divulgadas e que seus discípulos continuassem seu trabalho. Mas seus esforços foram em vão. As idéias de Abrams, embora combatidas, continuaram a ser difundidas em todo o mundo.

Na Inglaterra, a Dra. Ruth Drown desenvolveu uma linha de pesquisa radiônica que introduziu grandes novidades. Uma delas foi a introdução de um sistema de percussão revestido de borracha, que colocado no aparelho radiônico, pode ser usado como detector. A inovação mais importante, talvez, seja o fato de poder diagnosticar à distância, usando uma gota de sangue como testemunho. Deve-se a ela, também, uma câmara radiônica que fotografava órgãos internos a partir de uma gota de sangue. As imagens que gerava eram extremamente parecidas com radiografias, embora feitas de uma maneira diferente.

O resultado? Embora tenha feito inúmeras curas e tenha sido condecorada em 1946 e em 1951, seus aparelhos foram destruídos e foi presa aos 72 anos, vindo a falecer na prisão.

Ainda na América do Norte, no final da década de vinte, Curtis Upton, engenheiro, ficou interessado pelas idéias de Abrams e pensou que as mesmas deveriam poder ser aplicadas a animais e plantas. Junto com um amigo, Knuth, engenheiro eletricista, desenvolveram um aparelho radiônico no qual colocavam uma amostra da planta e uma pequena quantidade pesticida. A planta, mesmo estando a quilômetros de distância, ficava curada. Mais tarde, descobriram que uma foto aérea do local da planta fazia o mesmo efeito.

Em 1947, Upton e Knuth juntaram-se a Armstrong, químico industrial e fundaram a UKACO (Upton Knuth Armstrong Company) para comercializar seu aparelho.

E, mais uma vez, os interesses financeiros das grandes corporações venceram. Por força da pressão dos fabricantes de fertilizantes, a UKACO foi obrigada a fechar no início dos anos cinqüenta.

Hoje em dia, as perseguições não são tantas. David Tansley, Malcom Rae, Aubrey Westlake, Juan Ribaut, J. Pagot, Violet e Bob Brands, só para citar alguns, são nomes de ponta na pesquisa radiônica. Brands, por exemplo, é oriundo da área de telecomunicações e desenvolveu um sistema de diagnóstico e tratamento por computador. Na internet existem milhares de sites oferecendo aparelhos radiônicos que vão desde R$ 15,00 até US# 25.000,00.

Mas, embora as perseguições não sejam tantas, a radiônica seja largamente utilizada, e seus resultados sejam fartamente comprovados, a mesma ainda é olhada com descrédito, principalmente na área da medicina. Os médicos, na sua grande maioria, não conseguem aceitar curas à distância. Continuam, como há duzentos anos, afirmando que a cura se dá por "sugestão".

Radiônica realmente funciona. Suas pesquisas não são proibidas, apenas são desestimuladas. O motivo? Imaginem pegar um projetor da UKACO e, em vez de uma foto aérea de uma plantação, uma de uma cidade. No lugar de uma gota de pesticida, uma gota de uma cultura altamente concentrada de peste bubônica, por exemplo. Terrível, não é?

6. COMO FUNCIONA A RADIÔNICA

Para responder a esta pergunta, vamos voltar à física quântica. Segundo as regras da mecânica quântica, um sistema quântico pode evoluir temporariamente de duas maneiras completamente distintas. Até realizarmos algum tipo de medida sobre o mesmo, temos iguais possibilidades de o sistema se comportar como onda ou como partícula. Ao fazermos qualquer tipo de medição e constatarmos um tipo de realidade, o outro deixa de existir instantaneamente. Assim, se realizarmos algum tipo de interferência em uma parte do sistema, as outras partes, não importa a distância, são afetadas.

Se considerarmos que estamos imersos em um mar de energia, todos estamos interconectados. Assim, a partir do momento em que nos concentramos em transmitir uma forma de onda para alguém ou algo, entramos em um estado de sobreposição quântica com nosso alvo. Tudo o que fizermos será transmitido INSTANTANEAMENTE ao alvo desejado. Como exemplo, um radionicista, com um aparelho de medição fez, por meio de uma foto, medição dos sinais vitais dos astronautas da Apolo 11, mesmo quando estavam do outro lado da lua, fora do alcance dos computadores da NASA e dos sinais de rádio convencionais.

Outro fato: uma vez, quando o pessoal da UKACO estava fazendo irradiação sobre uma lavoura, alguém, acidentalmente, desligou o aparelho. A partir daí, descobriram que o aparelho não precisava estar ligado para funcionar. J. Pagot, pesquisador francês, descobriu que, se desenhar os circuitos elétricos em um papel e fizer um "boneco" do aparelho radiônico, os resultados são os mesmos.

Como assim? Um aparelho não precisa estar ligado, ou mesmo existir, para funcionar? Como funciona então? Por meio da mente do operador. É indispensável a presença de um operador para fazer funcionar um aparelho radiônico. Através dos processos mentais estamos constantemente criando formas-pensamento. Algumas permanecem nebulosas e são fugazes, outras, se ativadas for força da memória e da concentração, agregam uma quantidade suficiente de matérias etérea e astral à sua volta para, finalmente, se manifestarem no plano físico.

Certas formas geométricas, obtidas por meio de pesquisas, servem de canal entre o operador e seu alvo. Existe algo que se chama "Energia da Forma" (conhecem mandalas?) e que age como amplificador e ponto focal do operador.

Vamos fazer um pequeno exercício: com a mão aberta e a palma para baixo, dêem uma batida com a palma, no dorso da outra mão. Doeu? Acredito que não.
Agora façam o seguinte: Fechem bem a mão, e projetem o dedo médio um pouco para fora. Com a mesma força anterior, batam com a articulação projetada do dedo na outra mão de novo. Doeu bem mais, não é mesmo?

O motivo é simples: vocês concentraram toda a força em um único ponto. A Energia da Forma é a mão fechada no plano mental. Ela permite que o operador do aparelho radiônico concentre toda sua força mental no ponto que quer atingir e, além disto, realmente age como um transmissor. Como e por quê funciona a energia da forma? É uma boa pergunta. Talvez seja este o "ritual" que necessitamos. Na verdade, ninguém sabe exatamente como funciona. Sabe-se que funciona, emuito bem, por sinal.

Eu tenho a minha teoria: Tudo é possível ao que pode crer. Fé move a mão de Deus. Fé, em sua Palavra Viva.

Muito obrigado.

 

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